Hoje é Dia Mundial da Feijoada no Papagaio’s Beer

Hoje é Dia Mundial da Feijoada no Papagaio’s Beer em Aguas Clara Norte. Com carnes dessalgando desde a quarta-feira (15/04/2026) é possível saboreare dois tipos de feijoada. A feijoada magra é servida de forma mais incorpada com calabreza fatiada com 1,0 cm de corte. Tem a feijoada gorda que além dos tradicionais elmentos, ainda recebe uma costelinha que derrete na boca. Você come à vontade por apenas R$ 33,80. Pode ser acompanhada da tradicional caipirinha.

  • Todos os dias o Blog do Henrique recebe dezenas de pedidos para publicação de propaganda paga. Cabe esclarecer que o Blog do Henrique não trabalha com propaganda. Para estabelecimentos comerciais inova ao publicar somente publicidade (o que as pessoas falam sobre o estabelecimento comercial) e que de alguma forma já tenha experimentado o serviço ou produto.
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Santo Isidoro de Sevilha – Padroeiro da Internet

Dia 4 de abril em 1997, o Papa João Paulo II declarou Isidoro de Sevilha como santo padroeiro da internet. Ele escreveu mais de 20 compêndios. Ele fez em sua época o que o Google faz atualmente. Houve extenso processo de canonização até 2001. Salve dia 04/04!

 

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O vocativo mais bonito da língua portuguesa!

O “meu bem” é o vocativo mais bonito da língua portuguesa. Ele é afetivo sem ser exagerado. Pode ser usado em contextos românticos ou amigáveis. Tem um toque retrô, um charminho antigo. Nunca é demais nem de menos, “meu bem” é tudo!

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Momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis!

O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.”

Autora: Maria Julia Paes de Silva
Livro: Qual o tempo do cuidado? Edições Loyola, 2004, Pág. 49
Nota da Redação A autoria do pensamento tem vindo a ser erroneamente atribuída a Fernando Pessoa

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Prece das Tropas Aerotransportadas

Dai-me, Senhor meu Deus, o que Vos resta;

Aquilo que ninguém Vos pede.

Não Vos peço o repouso nem a tranquilidade,

Nem da alma nem do corpo.

Não Vos peço a riqueza nem o êxito nem a saúde;

Tantos Vos pedem isso, meu Deus,

Que já não Vos deve sobrar para dar.

Dai-me, Senhor, o que Vos resta,

Dai-me aquilo que todos recusam.

Quero a insegurança e a inquietação,

Quero a luta e a tempestade.

Dai-me isso, meu Deus, definitivamente;

Dai-me a certeza de que essa será a minha parte para sempre,

Porque nem sempre terei a coragem de Vo-la pedir.

Dai-me, Senhor, o que Vos resta,

Dai-me aquilo que os outros não querem;

Mas dai-me, também, a coragem,

a força e a fé.

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Desejo a você!

“Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amada.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar. Continue lendo

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Canção “Given to” de Ruth Bebermeyer

“Nunca me sinto mais presenteada
Do que quando você recebe algo de mim
Quando você compreende a alegria que sinto ao lhe dar algo.
E você sabe que estou dando aquilo não
para fazer você ficar me devendo,
Mas porque quero viver o amor
Que sinto por você.
Receber algo com boa vontade
Pode ser a maior entrega.
Eu nunca conseguiria separar as duas coisas.
Quando você me dá algo,
Eu lhe dou meu receber.
Quando você recebe algo de min
Eu me sinto tão presenteada”.

Canção “Given to”, composta por Ruth Bebermeyer em 1978 – retirado do livro “Comunicação Não-violenta.

Gratidão, quando alguém nos agradece seja por qualquer coisa, o nosso coração se aquece. A Gratidão também é um dar, que também devemos saber receber.

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Projeto Pigeon, os pombos que guiavam mísseis

Durante a Segunda Guerra Mundial, em meio à busca por bombardeios mais precisos, surgiu uma proposta tão ousada quanto improvável

Durante a Segunda Guerra Mundial, em meio à busca por bombardeios mais precisos, surgiu uma proposta tão ousada quanto improvável: treinar pombos para guiar mísseis.

Em um contexto de falhas graves nos ataques aéreos, a Marinha dos Estados Unidos financiou um experimento que tentava transformar uma ave comum em parte essencial de um sistema de orientação de armas. Saiba mais!

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Fúria – Conceito em Hannah Arendt

A fúria não é de modo nenhum uma reação automática diante da miséria e do sofrimento em sim mesmos; ninguém se enfurece com uma doença incurável ou um tremor de terra, ou com condições sociais que parecem impossíveis de modificar.

A fúria irrompe somente quando há boas razões para crer que tais condições poderiam ser mudadas e não são. Só manifestamos uma reação de fúria quando nosso senso de justiça é injuriado; tal reação em absoluto não se produz por nos sentirmos pessoalmente vítimas da injustiça, como prova toda a história das revoluções, nas quais o movimento começou por iniciativa das classes superiores, conduzindo à revolta dos oprimidos e miseráveis.”

Hannah Arendt, Crises of the Republic, 1969

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Passado e futuro: lápis e borracha!

A imagem de uma mão escrevendo com um lápis, em era digital e de telas, evoca “tempos passados” e antiguidade. A legenda “Nunca haverá uma borracha para apagar o passado, mas sempre haverá um lápis para escrever o futuro”, oferece uma reflexão importante para o nosso cotidiano.

Escrever à lápis nos lembra que, mesmo cometendo erros, sempre temos a chance de apagá-los e tentar de novo. Isso é essencial para nós, humanos: a capacidade de aprender e evoluir. Mas, ao mesmo tempo, a frase nos faz encarar uma verdade dura: o que já foi feito, dito ou vivido não pode ser desfeito. Continue lendo

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Vovó faz golpistas perderem tempo!

Os idosos são as vítimas preferidas dos golpistas e estelionatários. Esses seres sem coração algum se aproveitam do baixo entendimento dos idosos sobre tecnologia e processos bancários para conseguirem dados importantes, resultando em empréstimos que as vítimas obviamente não têm como pagar. Bom, nada mais irônico se existisse uma velhinha esperta que não caísse na lábia dos golpistas mas que, ao invés disso, colocasse os golpistas na roda e os enrolassem pelo máximo de tempo possível.

Pois bem, essa velhinha existe! Mas não é de carne e osso, é claro. Apresento Daisy, um bot de inteligência artificial desenvolvido pela Virgin Media O2, com a missão específica de manter fraudadores ocupados ao telefone o máximo de tempo possível. Programada para soar como uma vovó gentil e tagarela, Daisy é a mais nova arma contra os golpes telefônicos. Continue lendo

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As boas ações morreram de overdose de autopromoção

Por Washington Araújo – Revista Fórum

Entre guerras, epidemias e cinismo político, só a intenção pura — desprovida
de agenda oculta — sustenta médicos, voluntários e cidadãos comuns como eu e você, na complicada e urgente tarefa de salvar vidas

Na vastidão dos atos humanos, a intenção é a bússola que distingue o gesto autêntico do cálculo utilitário. A história política e filosófica repete a lição: o que dá densidade a uma ação não é sua aparência, mas a motivação que a sustenta. Hannah Arendt, ao refletir sobre a banalidade do mal, mostrou como é possível que pessoas comuns pratiquem atrocidades apenas porque deixaram de pensar sobre o sentido de suas ações. Para ela, a grande questão não era a monstruosidade dos atos, mas a ausência de uma intenção ética. Quando a intenção é vazia, o resultado pode ser devastador. Leia mais!

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Cérebro estatístico: como prevemos padrões em sequências sonoras?

O cérebro naturalmente acompanha o ritmo e preenche lacunas de músicas, como se soubesse onde a próxima batida deveria estar. Fonte: Freepik., CC BY

Claudia Domingues Vargas, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Fernando Araujo Najman, Universidade Federal do ABC (UFABC)

Imagine ouvir uma música ritmada e, de repente, algumas batidas desaparecerem. Mesmo assim, seu cérebro continua acompanhando o ritmo e preenchendo as lacunas, como se soubesse onde a próxima batida deveria estar. Esse fenômeno é fundamental para diversas atividades do dia a dia, como seguir o compasso de uma canção, entender o que alguém está falando em ambientes ruidosos e prever o rumo de uma conversa. Mas como o cérebro organiza essas informações para antecipar padrões em sequências sonoras?

Com apoio do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (NeuroMat), da USP, reunimos uma equipe multidisciplinar, de diversas instituições, para investigar essa questão. O estudo, publicado recentemente na revista PLoS Computational Biology, analisou como o cérebro percebe padrões rítmicos em sequências sonoras com eventos aleatórios.

Um experimento baseado em ritmo

Para testar a percepção rítmica, conduzimos um experimento com 19 participantes, que ouviram sequências de palmas simulando ritmos semelhantes ao samba. Algumas batidas foram removidas de forma aleatória para criar um estímulo imprevisível. Durante a audição da sequencia rítmica, registramos a atividade elétrica do cérebro dos voluntários por meio de eletroencefalograma(EEG), permitindo analisar como o sistema nervoso processa essas sequências variáveis.

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Berço Musical – Cuidados pós-natais


Na maioria dos países, houve um aumento dos nascimentos prematuros – antes de 37 semanas – nas duas últimas décadas. Sair cedo demais do útero pode resultar em complicações e, com frequência, o prematuro tem de ir para a unidade de terapia intensiva neonatal.

No Hospital Universitário de Genebra, na Suíça, a música faz parte dos cuidados. Porém, diferentemente de outros programas similares em UTIs neonatais, esse projeto inovador usa três modalidades de música, que os bebês escutam por meio de fones especiais para as suas cabeças minúsculas e frágeis. Um estudo quer entender como a música afeta o cérebro de um prematuro, e como ele reconhece a melodia e a altura do som – habilidades associadas ao processamento da linguagem.

Concebido pela neonatologista Petra Huppi, a pesquisadora Manuela Filippa e o compositor Andreas Vollenweider, o projeto inclui a monitoração do cérebro por meio de ressonância magnética no momento em que ouvem a música. As melodias – breves e “mais simples que as de Mozart”, diz Huppi – foram compostas para ajudar os bebês a dormir, despertar ou interagir. Os resultados são promissores.

As imagens revelam um maior grau de conectividade no cérebro, e as melodias parecem reforçar o ritmo diário de sono e vigília – algo crucial numa UTI ruidosa e no mundo lá fora. Fonte: Revista National Geographic Brasil

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Por que damos nomes femininos a robôs?

A Inteligência Artificial é o sonho humano do serviçal perfeito: uma máquina que aja como nós, mas não tenha as necessidades mundanas que tanto dificultam a escravidão de outros humanos e animais. Uma entidade que não precise ser alimentada, não precise dormir, não tenha desejos e não anseie por liberdade. Queremos máquinas inteligentes e eficientes para identificar nossas necessidades e satisfazê-las, mas será possível desenvolver uma inteligência consciente que não possua sentimentos e sensações?

Desde o começo da Revolução Industrial, histórias sobre o medo de máquinas que tomam consciência própria e aniquilam seus criadores começaram a povoar o imaginário popular. O cinema também representou inúmeras vezes essa ansiedade humana. O modo como a figura feminina é implementada nessas máquinas, e a visível associação na vida real de assistentes eletrônicas a um gênero feminino chamou a atenção da escritora Laurie Penny. Traduzimos abaixo o seu texto sobre o assunto. Continue lendo

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Perícia informática é nova ‘prova-chave’ do processo penal!

Em meio à consolidação das vidas das pessoas no meio digital, a perícia informática torna-se a nova “prova-chave” do processo penal. A avaliação é da processualista espanhola Lorena Bachmaier Winter, professora catedrática da Universidade Complutense de Madrid e especialista em provas digitais

Winter também é professora do campus madrileno da Universidade Saint Louis (sediada nos EUA), perita do Conselho da Europa — organização que atua na defesa dos direitos humanos e da democracia naquele continente — e membro do grupo de experts em política criminal da Comissão Europeia, instituição que representa e defende os interesses da UE. Saiba Mais!

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Ciência de Dados – Profissão de futuro

Decerto que esse post não será lido até o final. A não ser que eu modifique-o para “Engenheiro de Análise de Dados: profissão do futuro”.

Seja qual for o nome dado a ocupação, a carência no Brasil e no mundo é enorme. Só no Estados Unidades da América faltam de 140 a 190 mil pessoas capacitadas para o exercício profissional de interpretação de dados. Essa constatação faz parte de um estudo do Instituto Global McKinsey.

Esses dados renderiam milhões de dolares se fossem transformados em conhecimento por intermédio de processo conhecido como Análise de Inteligência (coleta e análise de dados; criação de conhecimento e disseminação de Inteligência).

Engano pensar que apenas profissionais das ciências exatas seriam potenciais candidatos ao cargo.

Um profissional com capacidade de analisar, interpretar, contextualizar e disseminar informações estaria não só habilitado, mas muito bem posicionado para absorver o novo trabalho em decorrência do volume de dados.

Em 2001, o professor e jornalista Nilson Lage, adiantava a constatação do estudo da McKinsey em seu livro A Reportagem. Tive $orte ao estudar o livro em 2005, assim que iniciei a graduação em jornalismo.

A pesquisa, chamada Big data: the next frontier for innovation, competition, and productivity (“Big data”: a próxima fronteira para a inovação, competição e produtividade) foi divulgado em maio.

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Dia Internacional do Voluntariado!

A Organizações das Nações Unidas instituiu o dia 5 de dezembro como Dia Internacional do Voluntariado em 1985. A intenção da ONU foi promover ações de voluntariado em todas as esferas da sociedade, ao redor do mundo. Um bom modo de promover essas ações é refletir sobre elas. Pode-se começar por estabelecer uma definição da palavra “voluntário”, palavra com origem no latim voluntarius e significa aquele que age por vontade própria, uma vez que voluntas, também em latim, quer dizer vontade.

O voluntariado é um ato de cidadania, sendo cada vez mais uma componente importante no percurso de vida das pessoas, contribuindo para reduzir as disparidades sociais e para promover a necessidade e o dever de ajudar o próximo. Para o voluntário é também um ato recompensador, ajudando a alcançar o sentimento de autorrealização.

Razões para fazer voluntariado

  • Ajudar o próximo
  • Bem-estar
  • Conhecer novas pessoas
  • Convívio
  • Ganhar experiência
  • Conhecer novas realidades
  • Vencer obstáculos
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